quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
A MelhorIdade
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
VOZ DE MUITAS ÁGUAS - (Última Parte)
Por Luciano Subirá
O QUE É ESTAR PRÓXIMO
O que é, então, estar próximo? É não apenas ler e conhecer as Escrituras, mas permitir que o Espírito Santo trabalhe em nós com a Palavra. Por exemplo, eu posso ser um profundo conhecedor (e até ensinador) da fé bíblica; dizer às pessoas: as Escrituras dizem isto, isto e aquilo... mas na minha vida cristã, na hora em que eu precisar exercitar minha própria fé, ser vencido pela voz da dúvida. Já um cristão novo convertido, que não tenha nenhuma bagagem tão profunda de Bíblia e nem saiba explicar a fé, pode ler uma porção da Palavra, uma promessa, e permitir que o Espírito Santo trabalhe em seu íntimo revelando a Palavra, o que fará com que ela se torne “voz como de muitas águas” em sua vida. Terá então provado o poder da Palavra do Senhor abafando a voz da incredulidade e dando-lhe vitória no combate da fé.
Não estou dizendo que não há valor em estudar e conhecer as Escrituras; você deve dedicar-se a isto o MÁXIMO que puder (2Tm. 2.5). Quem dera que cada crente lutasse contra a ignorância em busca de mais e mais da Palavra de Deus. Seria uma verdadeira revolução! Mas o que quero dizer é que apenas isto não basta e nem tampouco determina o sucesso de nossa vida cristã. Precisamos conhecer E NOS MANTER PRÓXIMOS da Palavra; não podemos nos distanciar.
Distanciar-se não é deixar de saber, mas sim deixar de ser sensível, viver e experimentar aquilo que conhecemos. Trata-se de perder a consciência espiritual daquela verdade e, conseqüentemente, impedir que o Espírito Santo prossiga trabalhando naquela área de nossas vidas.
Nestes dias o Pai Celeste está nos convocando para que nos aproximemos novamente das águas e permitamos que elas abafem as outras vozes e ruídos em nossas vidas.
DIFERENTES TIPOS DE VOZES
Ao escrever aos coríntios, Paulo mostrou nos capítulos 12 e 14 de sua primeira epístola, que Deus é um Deus que fala. Diz que já não mais servimos aos ídolos mudos (1Co. 12.2), mas ao Deus vivo que fala com cada um de nós; e então cita os dons do Espírito como um dos diferentes meios pelos quais Deus fala. Mas ao mostrar que podemos ouvir a voz do Senhor, ele também deixou claro que podemos ouvir outros tipos de vozes:
Há muitos tipos de vozes no mundo. Às vezes sentimo-nos pressionados a dar ouvidos a uma voz que não se harmoniza com a de Deus. Reconhecemos que a voz do Senhor diz o oposto, sabemos que estamos errando, mas ainda assim, ficamos de tal maneira presos que acabamos por seguir na direção errada. E depois nos frustramos, condenamos e lamentamos.
Questionamos: Por que não ouvimos a Palavra de Deus? Como é possível saber o que o Senhor diz, e ainda fazer o contrário?
A razão é que estamos distantes da Palavra de Deus naquela área; esta é a única e grande verdade do porquê isto ocorre! Se nos aproximarmos do que Deus diz, recebendo a vida e a revelação do Espírito Santo naquela área, então as outras vozes serão encobertas. Se nos afastarmos da Palavra (e não me refiro ao Livro em si, mas à Palavra VIVA), então as demais vozes é que se sobressairão. Que voz tem prevalecido em tua vida?
Sugerimos abaixo algumas destas muitas espécies de vozes que costumamos ouvir. Para cada uma delas o princípio de vitória é o mesmo: VOLTAR À PALAVRA. Não apenas ler, mas meditar e deixar que o Espírito da Verdade opere no íntimo, avivando a consciência espiritual...
A voz da tentação
A voz da maioria
A voz da dúvida
A voz da ganância
A voz dos mexericos
A voz do desânimo
A voz do preconceito
A voz do medo
A voz do comodismo
Que Deus o abençoe, e que sua voz fale mais alto em sua vida!
domingo, 17 de janeiro de 2010
VOZ DE MUITAS ÁGUAS - (Segunda parte)
por Luciano Subirá
A DISTÂNCIA INFLUENCIA
Citei como exemplo de ruído de águas, as Cataratas do Iguaçu, onde podemos perceber o barulho das águas sem deixarmos de conversar uma vez que, pela distância, o ruído não chega a atrapalhar-nos. E ao comentar sobre uma catarata barulhenta (mas não o suficiente para encobrir todos os outros ruídos), o fiz com o propósito de chamar-lhe a atenção para uma outra verdade: a distância que permanecemos da água influencia muito!
Ao entrar no Parque Nacional do Iguaçu, ainda na estrada para as quedas não podemos ouvir o ruído da água, mas assim que nos aproximamos delas no último quilômetro já começamos ouvi-las. Mas mesmo quando estamos no ponto de observação mais próximo, ainda podemos conversar. Porém, se houvesse um meio (seguro!) de nos aproximarmos tanto de uma das quedas, a ponto de quase nos colocarmos debaixo dela, então seria impossível conversar ou ouvir outro som, pois o barulho da água PREVALECERIA sobre todos os outros.
Assim também se dá com a voz de Deus. Se nos aproximarmos de sua Palavra, ela encobre as outras vozes. Mas se nos distanciarmos, podemos chegar a um ponto onde os outros ruídos acabam sendo mais altos que a Palavra de Deus em nossas vidas.
O propósito divino é que estejamos tão próximos da Palavra que ela prevaleça sobre toda e qualquer voz, abafando-a por completo.
Não estou falando do quanto você conhece ou lê a Bíblia, mas do quanto você está (ou não) perto! A quantidade de água não afeta tanto como a PROXIMIDADE dela... Mencionei que em Foz do Iguaçu é possível conversar sem que o ruído da água abafe completamente nossa voz; mas há alguns anos conheci uma pequena cachoeira que conseguiu esta façanha! Veja bem, não há como compará-la com as Quedas do Iguaçu, cuja altura e volume de água são incalculávelmente superiores, porém, esta pequena cachoeira localizada no município de Candói, no Paraná, conseguiu abafar minha voz!
Havíamos realizado um acampamento com os jovens da igreja, e descobrimos nas proximidades do local do acampamento a tal cachoeira. Devido ao bom tempo que desfrutávamos naquele dia e a consciência de que por causa das chuvas abundantes que caíra nos dias anteriores haveria um lindo espetáculo, dirigimo-nos com um grupo de jovens para lá. Ao chegarmos, a maioria de nós não resistiu ao calor e decidiu se colocar debaixo do véu de água... e foi curioso descobrir que embora não parecesse uma cachoeira tão forte, mal conseguíamos ouvir uns aos outros enquanto debaixo daquela queda d’água.
A lição que aprendi com este exemplo! O que faz a diferença não é o tanto de água que cai, mas se eu estou ou não próximo a ela! Em Foz do Iguaçu o volume de água era muito maior do que este em Santa Clara, no Candói. Mas o fato de eu ter me aproximado mais da menor cachoeira, pôde me levar a atribuir a ela um ruído maior do que o aquele que trago na memória referente às belas Cataratas do Iguaçu.
Semelhantemente, há crentes que conhecem a Bíblia já há muitos anos, e o tanto que a leram e estudaram é semelhante ao volume de águas do Iguaçu, é muita coisa! Mas não vivem próximos da Palavra, e ela não é suficiente para abafar as outras vozes em suas vidas!
Por outro lado, temos irmãos que pelo pouco tempo que servem ao Senhor, suas águas (conhecimento da Palavra) são de um volume tão menor que as do Iguaçu que só podem ser comparadas com esta pequena cachoeira da qual me referi. Só que como vivem tão próximos da luz, que possuem da Palavra, ela é suficiente para PREVALECER em suas vidas e abafar as outras vozes.
Portanto, não é o estar em Foz do Iguaçu ou no Candói que determina a diferença, mas a que distância cada um se encontra das suas águas! Se o mais novo na fé e o de menor conhecimento entram debaixo da sua cachoeira, e o mais velho na fé e o de maior conhecimento permanecem longe de sua catarata, em quem a Voz de Deus está chegando mais alto? É óbvio que nos que estão próximos daquilo que já possuem. É naquele que se aproxima mais, e não no que conhece mais.
A voz do Senhor será como voz de muitas águas, encobrindo as outras vozes e ruídos, somente quando nos colocarmos próximos a ela.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
VOZ DE MUITAS ÁGUAS. (Primeira Parte)
por Luciano P. Subirá
Vale ressaltar expressões como “ruído” e “estrondo” ao se falar da voz do Senhor como a voz de muitas águas, pois neste paralelo, a verdade que se quer transmitir não está necessariamente ligada à água, mas ao BARULHO que ela faz. Além do profeta Ezequiel, também temos o profeta Jeremias dando testemunho disto:
Tal qual os dois profetas, o apóstolo João em seu exílio na ilha de Patmos também teve uma profunda experiência com Deus, na qual viu o Senhor ressuscitado e ouviu a sua voz; e seu relato é idêntico aos que já vimos, mostrando ser esta uma característica pertencente à voz de Deus:
Temos três testemunhos: o de Ezequiel, o de Jeremias e o de João. E a Bíblia diz que pela boca de duas ou três testemunhas se estabelece toda questão (2Co. 13.1). Portanto, isto não é apenas um exemplo ou alegoria, é uma doutrina. Não é um mero detalhe em meio a uma descrição, e sim uma ênfase das Escrituras. A voz do Senhor é como a voz de muitas águas!
Deus quer que entendamos e vivamos esta verdade. Sua voz em nossas vidas deve ser como a voz de muitas águas.
O SIGNIFICADO
Se a expressão “voz como de muitas águas” não é apenas uma menção ou detalhe, mas uma ênfase e doutrina escriturística, então é de suma importância que compreendamos o significado da terminologia bíblica. O que é ter voz como de muitas águas? Não é a quantidade de água em si que oferece o exemplo utilizado nas Escrituras, mas vimos que a expressão aparece ligada a outros termos como “ruído” e “estrondo”; o exemplo, na verdade, está ligado ao BARULHO das águas. Alguém pode estar no meio do oceano, olhar à sua volta e ver muitas águas, mas ainda sim estar tudo em silêncio; não é da quantidade de água em si que a Bíblia fala, mas sim de seu ruído. Embora no caso de uma queda d’água, quanto maior for o volume de água maior será também o ruído...
Eu creio que o paralelo que Deus oferece é este, o de quedas d’água, cachoeiras, cataratas, ou qualquer outro nome que aponte para o ruído de águas, como as ondas bravias do mar, por exemplo. Até mesmo as chuvas (tempestades) são apresentadas assim neste exemplo bíblico, pois a idéia é esta: ressaltar a intensidade da voz divina.
Quando nos aproximamos de quedas de águas, por exemplo, as Cataratas do Iguaçu, podemos observar que quanto maior o volume de água, maior será o ruído que ouviremos. Estive lá algumas vezes, inclusive na minha lua-de-mel, quando Deus falava destas verdades comigo, e é um espetáculo e tanto! Mas lá em Foz do Iguaçu, podemos ouvir o ruído das águas sem que ele impeça nossa conversa, pois é possível ouvirmos uns aos outros visto que os visitantes não têm como se aproximar tanto das cataratas.
Podemos até molhar a roupa do corpo devido à umidade do ar, mas mesmo nos pontos turísticos mais próximos das cataratas ainda não se chega perto o suficiente para que nossa voz seja encoberta. Contudo, se formos a uma cachoeira de menor volume de água e de queda também menor, mas colocarmo-nos debaixo dela ou mesmo bem próximo às pedras onde ela cai, poderemos experimentar o barulho dela encobrindo nossa voz e impedindo até mesmo conversas, pois o provável é que ninguém ouvirá ninguém.
O ruído de muitas águas é, em outras palavras, um ruído que encobre os outros ruídos. Assim também é a voz do Senhor: UMA VOZ QUE ENCOBRE AS OUTRAS VOZES! E aqui deparamo-nos com um princípio poderoso: Deus quer que sua voz chegue com tamanha intensidade em nossas vidas que cheguemos a ponto de não ouvir mais nenhuma outra voz. Ele quer que sua Palavra PREVALEÇA sobre toda e qualquer voz neste mundo, a ponto de se poder dizer de nossas vidas o que se disse em Éfeso: “Assim a palavra do Senhor crescia poderosamente, e prevalecia.” (At. 19.20.)
O que aconteceu nesta cidade da Ásia pode (e deve) acontecer conosco! Afinal não foi na cidade em si que a Palavra cresceu, mas na vida dos habitantes dela; e se ocorreu a eles pode nos ocorrer também. Quando a Bíblia fala sobre o crescimento da Palavra, fala de como ela cresce na vida das pessoas. À medida que damos espaço à Palavra do Senhor, inclinando nosso coração a ela, experimentamos uma INTENSIDADE MAIOR de sua operação em nossas vidas.
Mas note que a Palavra não apenas crescia, mas PREVALECIA. E prevalecia sobre o quê? Sobre outras vozes e ruídos. Isto é que é experimentar a voz do Senhor como voz de muitas águas. É ouvi-la tão intensa e fortemente que não ouvimos mais nenhuma outra voz!
Por outro lado, há pessoas que experimentam justamente o contrário: outras vozes é que vivem encobrindo a voz do Senhor em suas vidas.
Creio que há um fator determinante que diferencia um grupo do outro. A palavra de Deus não iria prevalecer na vida de um e de outro não sem um motivo. O que determina esta diferença?
terça-feira, 17 de novembro de 2009
****A VELHICE**** ECLESIASTES 12. 1 AO 7
antes que se escureçam o sol, a lua e as estrelas do esplendor da tua vida, e tornem a vir as nuvens depois do aguaceiro;
no dia em que tremerem os guardas da casa, os teus braços, e se curvarem os homens outrora fortes, as tuas pernas, e cessarem os teu moedores da boca, por já serem poucos, e se escurecerem os teus olhos nas janelas;
e os teus lábios, quais portas da rua, se fecharem; no dia em que não puderes falar em alta voz, te levantares à voz das aves, e todas as harmonias, filhas da música, te diminuírem;
como também quando temeres o que é alto, e te espantares no caminho, e te embranqueceres, como floresce a amendoeira, e o gafanhoto te for um peso, e te perecer o apetite;
porque vais à casa eterna, e os pranteadores andem rodeando pela praça;
antes que se rompa o fio de prata, e se despedace o copo de ouro, e se quebre o cântaro junto à fonte, e se desfaça a roda junto ao poço, e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.
BUSCAI AO SENHOR ENQUANTO SE PODE ACHAR, INVOCAI-O ENQUANTO ESTÁ PERTO!!!
quinta-feira, 16 de julho de 2009
MANTENDO A PAZ INTERIOR --- III PARTE - FINAL
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VENCENDO O MEDO
Por 365 vezes encontramos na Bíblia a expressão "não temas". Alguém disse que temos uma delas para cada dia do ano e que se procurarmos com calma talvez achemos uma para o ano bissexto!
Por que para Deus é tão importante que não tenhamos medo? Porque fé começa com uma atitude interior. Somente depois de agir dentro de nós, nos levando a um lugar onde o problema não mais nos afeta é que fará com que o poder de Deus opere nas circunstâncias à nossa volta. Quando os três amigos de Daniel venceram a fornalha do rei Nabucodonozor na Babilônia, o fizeram pela fé. Mas observe como foi que esta fé operou:
"os quais, PELA FÉ, venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões, apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram em fugida os exércitos dos estranhos." (Hebreus 11.33,34)
O texto não diz que eles apagaram ao fogo, e sim a força do fogo. A diferença é muito clara. A fé nunca começa resolvendo a circunstância, mas anulando seu poder sobre nosso íntimo. Quando o fogo não tem mais poder sobre nós é porque o milagre já começou. A fé não é uma varinha de condão que ao ser batida sobre o problema o faz desaparecer instantaneamente. Ela primeiro nos transporta a um lugar onde as circunstâncias não mais nos afetam. O Senhor falou disto pela boca do profeta Isaías:
"Mas, agora, assim diz o Senhor que te criou, ó Jacó, e que te formou, ó Israel: Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome; tu és meu. Quando passares pelas águas, estarei contigo, e, quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti." (Isaías 43.1,2)
Todos teremos problemas e enfrentaremos desafios. Naqueles dias a travessia de rios (quando não existiam pontes e os recursos eram tão limitados) significava a possibilidade de morte por afogamento. E o perigo do fogo para nós ainda é o mesmo. Deus não fala sobre a possibilidade de termos problemas, ele toca no assunto como sendo uma certeza, um fato. Ele diz: "quando" você passar;e não "se" você passar.
Mas Ele nos ensina como nos comportar na hora que os problemas e desafios aparecerem. Basta não temer. Quando vencemos o medo e permanecemos numa condição interior de paz, a presença e o poder de Deus se manifestarão.
Note que Deus fez uma promessa de não sermos destruídos pelos problemas. O fogo não nos consumiria e as águas não nos afogariam. O problema pode ainda estar presente, mas precisamos aprender a não nos deixar ser afetados por ele. E ao tomarmos esta decisão de não turbar nosso coração, veremos que a paz de Deus vai se manifestar em nós.
Quando lemos acerca de Paulo e Silas na prisão louvando a Deus mesmo depois de terem sido açoitados, temos um exemplo prático de alguém que aprendeu a viver acima das circunstâncias.
Quando lemos acerca de Jesus dormindo naquele barco na hora da tempestade enquanto seus discípulos estavam apavorados, temos um contraste claro do que é manter a paz interior e do que não.
Sempre que a fé opera, vai nos levar a um descanso interior, que é a certeza do agir de Deus a ponto de não mais nos preocuparmos com adversidade.
" Nós, porém, que cremos, entramos no descanso..." (Hebreus 4.3)
Que o Senhor o ajude a se exercitar em fé a ponto de ser conservado em paz!
terça-feira, 14 de julho de 2009
Mantendo a Paz Interior------Parte II
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PROBLEMAS INTERNOS
Quando nos enchemos de temor, preocupação e receio, não só não resolvemos os problemas como acabamos criando mais um! Os temores nos ferem por dentro no mínimo o mesmo que os problemas nos ferem por fora. O apóstolo Paulo falou sobre isto num momento de grande luta pela qual passou:
"Porque, mesmo quando chegamos à Macedônia, a nossa carne não teve repouso algum; antes, em tudo fomos atribulados: por fora combates, temores por dentro". (2 Coríntios 7.5)
Ele afirmou que tanto lutava com os combates de fora como com os temores de dentro. O medo e a preocupação são aliados dos inimigos externos. Não só não os vencerão, como ainda minarão nossa força e nos conduzirão à derrota.
No Velho Testamento, Deus chamou esta parceria (do medo que fere por dentro da mesma forma que o problema fere por fora) de uma maldição a vir sobre os que se rebelam contra Ele:
"Por fora, devastará a espada, e, por dentro, o pavor... " (Deuteronômio 32.25)
O diabo tem tirado proveito de muitos crentes que, além de sofrerem com as circunstâncias, ainda assumem uma série de outros sentimentos como medo, preocupação, ansiedade, angústia, etc. Acabam sendo devastados por dentro como as circunstâncias fazem com eles por fora. O profeta Jeremias fez o mesmo desabafo:
"Olha, SENHOR, quanto estou angustiada; turbada está a minha alma, o meu coração está transtornado no meio de mim, porque gravemente me rebelei; fora, me desfilhou a espada, dentro de mim está a morte." (Lamentações 1.20)
Ele usa as seguintes expressões: alma turbada, angustia, coração transtornado. Você reconhece estes sentimentos? No fim ele admite que o que entrou em seu íntimo foi mais do que aqueles sentimentos; foi a morte!
O Velho Testamento tem várias passagens onde vemos que os medrosos eram dispensados da guerra. Pois alguém com medo em seu coração às vezes se torna mais perigoso que o inimigo do lado de fora. O medo tem o poder de roubar a nossa força e capacidade de vencer. É por isso que precisamos tanto da paz interior...
Mas como podemos desfruta-la?
Deus prometeu conservar em paz somente aquele que tomasse uma atitude em seu íntimo. A paz de Deus não está ligada às nossas ações, mas a uma atitude interior. Observe o que Cristo ensinou:
"Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize." (João 14.27)
Dar-nos a paz é algo que Jesus faz, mas não se atemorizar e nem deixar o coração turbar é responsabilidade nossa! A paz interior é só para quem luta por ela (para alcança-la e preserva-la). Podemos dizer que é como uma sociedade: Deus só dá a paz se eu me posiciono.
Penso que o que melhor ilustra esta parceria é o seguinte exemplo: O fogo (a paz) só queima se houver lenha (minha atitude). Se não dermos o passo determinante no que diz respeito a decidir não provar nada diferente desta paz, ela por sua vez também não se manifestará. O apóstolo Paulo também ensinou sobre este princípio:
"Não estejais inquietos por coisa alguma; antes, as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus, pela oração e súplicas, com ação de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus." (Filipenses 4.6,7)
A responsabilidade de não estar inquieto (outras versões bíblicas usam o termo ansioso em lugar de inquieto) é nossa. É uma ordem de Deus para nós. E quando decidimos não nos entregar à ansiedade e aos receios Deus fará a parte dele: "e a paz de Deus... guardará os vossos corações".
Precisamos entender que tudo começa com uma atitude interior nossa, e só depois é que Deus cumprirá a parte dele. Para não andar ansioso, não basta apenas você decidir isto, é preciso uma intervenção de Deus. Mas esta intervenção, por sua vez, só acontece depois de fazermos nossa parte e esperar nele.
Isto é o que Deus, por boca do profeta Isaías chamou de manter a mente firme no Senhor. Quando dizemos aos problemas que não aceitamos nos preocupar com eles, estamos fixando nossa mente no fato de que Deus está conosco e que Ele vai interferir na situação. Então, veremos Deus fazer a parte dele e conservar em paz aquele cuja mente está firme nele.
sábado, 11 de julho de 2009
Mantendo a Paz Interior-----Parte I
por Luciano P. Subirá
www.orvalho.com"Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti.
Confiai no SENHOR perpétuamente; porque o SENHOR Deus é uma rocha eterna". (Isaías 26.3,4)
Esta é uma promessa fantástica da Palavra de Deus! Ser conservado em paz significa não se desgastar interiormente diante dos problemas. Justamente nos dias em que tanto se fala sobre angustia, estresse, depressão e síndrome do pânico, encontrar um meio divino de se conservar em paz é algo por demais valioso.
Deus é um lugar de abrigo e refúgio para seus filhos. O texto sagrado o chama de uma "Rocha Eterna". Precisamos aprender a desfrutar de sua paz, mesmo em meio à tempestade. Note ainda que o versículo fala acerca de confiança e de uma mente firme, o que indica convicção. Esta promessa não significa deixar de ter problemas, e sim ter paz independentemente das circunstâncias à nossa volta.
Pior do que as circunstâncias difíceis do lado de fora é ter um coração perturbado do lado de dentro. Mesmo antes das circunstâncias se resolverem externamente, precisamos de nosso interior em paz. Do contrário, sequer conseguiremos lutar da forma devida:
"Se te mostrares frouxo no dia da angústia, a tua força será pequena." (Provérbios 24.10)
Quando você se encontra em meio a lutas e adversidades, seu verdadeiro problema não é o que acontece à sua volta, e sim a maneira como você é afetado no íntimo. A instrução bíblica nunca está voltada ao aspecto exterior, e sim em como reagir interiormente. Observe o que Jesus ensinou acerca disto:
"Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” (João 16.33)
Ao falar sobre as aflições que enfrentaríamos, Jesus deixou claro qual era sua vontade: que tivéssemos paz nele e bom ânimo.
Enquanto muitos crentes se desesperam para resolver seus problemas, perdem de vista que a única coisa que realmente ajuda na hora da adversidade é manter a paz e o bom ânimo. Nossa força não vem de fora, não vem das circunstâncias. Nossa força vem de dentro! Veja o que Deus disse por boca do profeta Isaías:
"Porque assim diz o SENHOR Deus, o Santo de Israel: Em vos converterdes e em sossegardes, está a vossa salvação; na tranqüilidade e na confiança, a vossa força, mas não o quisestes." (Isaías 30.15)
Aleluia! Na tranqüilidade e na confiança está a nossa força. Ouvi, certa ocasião, o irmão Dave Roberson afirmar que a paz de Deus em nosso íntimo é uma das maiores armas que temos contra o diabo e as circunstâncias. E acredito nisto! Nossa força vem de um coração tranqüilo, que não se abate diante dos problemas.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
***JOELHOS DOBRADOS***
num galho ou um fio sem cair ???
Como é que ele consegue isso?
Se nós tentássemos dormir assim
iríamos cair e quebrar o pescoço.
O segredo está nos tendões das pernas do passarinho.
Eles são construídos de forma que quando o joelho está dobrado
o pézinho segura firmemente qualquer coisa.
Os pés não irão soltar até que ele desdobre o joelho para voar.
O joelho dobrado é o que dá ao passarinho a força para segurar qualquer coisa, é uma maravilha, não é ???
Que engenho incrível que o Criador fez para segurar o passarinho.
Mas, não é muito diferente de nós.
Quando nosso "galho" na vida precária, está ameaçado de cair,
a maior segurança, a nossa maior estabilidade vem de um joelho dobrado, dobrado em oração.
Se você algumas vezes se vê num emaranhado de problemas que te fazem
quase perder a fé, desanimar de caminhar, não caminhe mais sózinho, Jesus quer te fortalecer e caminhar contigo por toda sua vida, é ele quem renova suas forças e sua Fé.
Se Deus nosso Pai cuida de um passarinho, imagina o que não fará
por você (nós) seu(s) filho(s)(a) amado(s)(a).
Basta Você crer.
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sábado, 4 de julho de 2009
Minha luta : Respeito pela Odontologia.Cuidados após Exodontia ou Extração
Por Eliana Mara Reis
www.vilamulher.terra.com.br/comunidade/perfil/elly/72559/
Hoje, dia 12/5/2009 , eu fiquei realmente triste! Não costumo assistir televisão, salvo pouquíssimas coisas, hoje a Bia me chamou pra ver uma cena do personagem que é dentista no programa TOMA LÁ, DÁ CÁ da Rede Globo de Televisão ,fui ver somente para me sentir triste e revoltada. Que cena deprimente , que falta de respeito por uma profissão digna como a Odontologia, que falta de senso moral, simplesmente, em uma brincadeira , medonha, denegrir com toda uma classe de profissionais. Me senti péssima ao ver uma caricatura tão medíocre da profissão que abraço por 26 anos e mais os 5 anos de Faculdade, tem 31 anos que luto com amor para ver essa profissão crescer e ser respeitada, lutamos todos nós Odontólogos para ver a prática ilegal de nossa profissão ser punida, lutamos por melhores condições de trabalho em postos de saúde, lutamos contra preços exorbitantes dos materiais que usamos no dia a dia, agora temos mais uma luta contra aqueles que estão denegrindo a imagem, em rede nacional, da nossa profissão. Me senti como um nada ao ver uma sala de uma casa ser transformada em um consultório, o entra e sai de gente, a falta de respeito para com um suposto paciente, isso é o que mais prezamos, um ato cirúrgico, no caso uma exodontia ou extração dental, ser transformada em algo vil, sem higiene, com uma brutalidade que não temos, e ainda o que mais pedimos ao paciente para não fazer, ser divulgado de forma errônea e assustadora , e agora quantas hemorragias teremos que controlar após a Dra TV GLOBO mandar o paciente fazer BOCHECHOS após uma Exodontia. Realmente estou mal depois deste ato impensado, desta caricatura, desta cena que vai nos dar muito mais trabalho para tentar desfazer este mal causado em poucos minutos numa caricatura grosseira de uma profissão que é digna e que merece ser respeitada e não achincalhada em rede nacional. Estou cansada do desrespeito, mas não desisto de lutar não me calarei, não vou compactuar com algo errado, quero é respeito à profissão que eu abracei toda a minha vida. Minha luta continua, então vamos aos cuidados após se fazer uma EXODONTIA ou EXTRAÇÃO DENTAL.
Cuidados após extração de um dente
Muitas das queixas dos pacientes e motivos de reclamação com dentistas é após extrações de dentes. Quer seja por dor quando da extração, quer seja no pós-operatório e ai já entram mais fatores em conta. Há certos cuidados que se deve ter em conta e devem ser cumpridos à risca para evitar problemas e complicações e pasmem-me...A maioria dos pacientes não os cumpre.
1- Manter a compressa no local da extração no mínimo 30 a 40min. É bastante comum assim que o paciente sai do consultório remover logo a compressa e jogar fora rapidinho .
2- Não chupar o sangue e não fazer bochechos nas primeiras 24horas, pois fazendo bochecho vai remover o coagulo em formação, e é este coagulo que faz parar o sangramento e portanto a hemorragia.
3- Não fumar ( pois este ato envolve sucção, provocando aumento do sangramento) .
4- Colocar compressa de gelo durante as primeiras 24h --15min de gelo com 10min de intervalo no minimo.
5- Após a cirurgia (exodontia ou extração é uma cirurgia ) não fazer esforços fisicos ou abaixar muito a cabeça para ajudar na coagulação.
6- No dia da cirurgia e no seguinte, dormir com um travesseiro alto, mantendo a cabeça acima do nivel do corpo.
7- Comer alimentos liquidos frios ou gelados nas primeiras horas, se possivel um dia inteiro. (Ajuda a reduzir o inchaço e ajuda na cicatrização).
8- Tomar os medicamentos prescritos corretamente .
9- Manter uma boa higiene oral da área nos dias seguintes à extração.
Desejo que este alerta seja divulgado para tentar diminuir os riscos pós-operatórios de pacientes submetidos a este ato cirúrgico que é a extração de um dente, e que é vista como algo sem importância mas que envolve osso, tecido mole, artérias, veias e nervos. Cuidado:não brinque com seu organismo, seu corpo merece ser respeitado.
Eliana Mara Reis
quarta-feira, 10 de junho de 2009
==============O E C O==============
Um filho e um pai caminhavam por uma montanha, de repente, o menino cai, se machuca e grita:
----Aiiii!!!
Para sua surpresa escuta sua voz se repetindo em algum lugar da montanha: Aiiii!!!
Curioso o menino pergunta:
----QUEM É VOCÊ?---E recebe como resposta: --Quem é você?
Contrariado grita:
----SEU COVARDE!!! E recebe como resposta: --Seu covarde!!!
O menino olha para o pai e pergunta aflito?
----O que é isso?
O pai sorri e fala:
----Meu filho, presta atenção.
Então o pai grita em direção a montanha:
----EU ADMIRO VOCÊ!!! A voz responde: Eu admiro você!!!
De novo o homem grita:
----VOCÊ É UM CAMPEÃO!!! A voz responde: Você é um campeão!!!
O menino fica espantado, não entende, e o seu pai explica:
----As pessoas chamam isso de ECO, mas na verdade isso é VIDA. A vida lhe dá de volta tudo o que de bom ou mal você deseja aos outros. A vida lhe devolverá toda blasfêmia, inveja, incompreensão, falta de honestidade que você desejou ou praguejou às pessoas que lhe cercam. Nossa vida é simplesmente o Reflexo das nossas ações. Se você quer mais Amor, Compreensão, Sucesso, Harmonia, Fidelidade, crie mais amor, compreensão, sucesso, harmonia, fidelidade no seu coração. Se agir assim a vida lhe dará, felicidade, sucesso, amor das pessoas que o cercam.
REFLITA NISSO E MELHORE SUA VIDA ENQUANTO É TEMPO!!!!
quinta-feira, 28 de maio de 2009
ENTENDENDO O PERDÃO - ÚLTIMA PARTE
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NÃO HÁ LIMITE DE VEZES PARA PERDOAR
Certa ocasião, o apóstolo Pedro quis saber o limite de vezes que existe para perdoar alguém. E foi surpreendido pela resposta que Cristo lhe deu:
“Então Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete”. - Mateus 18:21,22
O Senhor declarou que mesmo se alguém repetir sua ofensa contra mim por quatrocentos e noventa vezes, ainda deve ser perdoado. Na verdade, os comentaristas bíblicos em geral entendem que Jesus não estava se prendendo a números, mas tentando remover o limite imposto na mente dos discípulos para perdoar.
Fico pensando o que seria de nós sem a misericórdia de Deus. Quantas vezes Deus já nos perdoou? Quantas mais Ele vai nos perdoar? Se devemos perdoar como também Deus em Cristo nos perdoou, então fica claro que não há limite de vezes para perdoar!
O DIABO É QUEM LEVA VANTAGEM
Já falamos que há uma prisão espiritual ocasionada por reter o perdão. E que demônios se aproveitam desta situação. Agora queremos examinar um outro texto bíblico que nos mostra nitidamente que a falta de perdão dá vantagem ao diabo:
“A quem perdoais alguma cousa, também eu perdôo; porque de fato o que tenho perdoado, se alguma cousa tenho perdoado, por causa de vós o fiz na presença de Cristo, para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios”. - II Coríntios 2:10,11
O apóstolo Paulo revela que se deixamos de perdoar, quem vai se aproveitar da situação é Satanás, o adversário de nossas almas. Disse ainda, que não ignorava as maquinações do maligno. Em outras palavras, ele estava dizendo que justamente por saber como o diabo age na falta de perdão, é que não podia deixar de perdoar.
Precisamos entender que Deus não será engrandecido na falta de perdão. Que o ofendido não lucra nada por não perdoar. Que até mesmo o ofensor pode estar espiritualmente preso. O único que lucra com isso é o diabo, pois passa a ter autoridade na vida de quem decide alimentar a ferida do ressentimento.
A Bíblia nos ensina que não devemos dar lugar ao diabo (Ef.4:27). Que ele anda em nosso derredor rugindo como leão, buscando a quem possa tragar (I Pe.5:8), e que devemos resisti-lo (Tg.4:7). Mas quando nos recusamos a perdoar, estamos deliberadamente quebrando todos estes mandamentos.
CONSELHOS PRÁTICOS
Para aqueles que reconhecem que não há saída a não ser perdoar, mas que, por outro lado, não é algo tão fácil de se fazer, quero oferecer alguns conselhos práticos que serão de grande valia.
Primeiro, o perdão não é um sentimento, é uma decisão e também uma atitude de fé. Já dissemos que o perdão não é por merecimento, logo, não tenho motivação alguma em minhas emoções a perdoar. Não me alegro por ter sido lesado, mas libero aquele que me lesou por uma decisão racional. Portanto, o perdão não flui espontaneamente, deve ser gerado no coração por levar em consideração aquilo que Deus fez por mim e sua ordem de perdoar. As conseqüências da falta de perdão também devem ser lembradas, para dar mais munição à razão do que à emoção.
É preciso fé para perdoar. Certa ocasião quando Jesus ensinava seus discípulos a perdoarem, foi interrompido por um pedido peculiar:
“Acautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe.
Se por sete vezes no dia pecar contra ti, e sete vezes vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe. Então disseram os apóstolos ao Senhor: Aumenta-nos a fé”. - Lucas 17:3-5
Naquele instante os discípulos reconheceram que para praticar este nível de perdão iriam precisar de mais fé. E Jesus parece ter concordado, pois nos versículos seguintes lhes ensinou que a fé é como semente, quanto mais se exercita (planta) mais ela cresce (se colhe).
É necessário crer que Deus é justo e que Ele não nos pede mais do que aquilo que podemos dar. Se Deus nos pediu que perdoássemos, Ele vai nos socorrer dispensando sua graça no momento em que tivermos uma atitude de perdão.
Muitas vezes o perdão precisa ser renovado. Depois de declarar alguém perdoado, o diabo, que não quer perder seu domínio, vai tentar renovar a ferida. Em provérbios 17:9 as Escrituras Sagradas nos falam sobre encobrir a questão ou renová-la. É preciso tomar uma decisão de esquecer o que houve, e renovar somente o perdão. Cada vez que a dor tentar voltar, declare novamente seu perdão. Ore abençoando seu ofensor. Lute contra a mágoa!
É importante ver os ofensores como vítimas. Isto é algo especial que vejo em Jesus na cruz:
“Contudo Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”. - Lucas 23:34
Em vez de olhar para eles como quem merece punição e castigo, Jesus enxerga que eles também eram vítimas. Aqueles homens estavam em cegueira e ignorância espiritual, debaixo de influência maligna, sem nenhum discernimento de quem estavam de fato matando. Eram vítimas de todo um sistema que os afastou de Deus e da revelação das Escrituras. E ao reconhecer que ele é que eram vítimas, em vez de alimentar dó de si mesmo (como nós faríamos), Jesus teve compaixão deles.
Acredito que este é um princípio para o perdão fluir livremente. Assim como Jesus o fez, deixando exemplo, Estevão, o primeiro mártir do Cristianismo, também o fez:
“Então, ajoelhando-se, clamou em alta voz: Senhor, não lhes imputes este pecado”. - Atos 7:60
Quando você começa a enxergar as misérias da vida espiritual de seu ofensor (ao menos a que manifestou no momento de te ferir), e canaliza o amor de Deus por ele, como você também necessita do amor divino ao se achegar arrependido em busca de perdão, a coisa fica mais fácil.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
ENTENDENDO O PERDÃO 2ª PARTE
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A FALTA DE PERDÃO É UMA PRISÃO
Quem não perdoa, está preso. Lemos em Mateus 18:34: “E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse toda a dívida”. A palavra verdugo significa “torturador”. Além de preso, aquele homem seria torturado como forma de punição. A prática do ministério nos revela que o que Jesus falou em figura nesta parábola é uma realidade espiritual na vida de quem não perdoa. Os demônios amarram a vida daqueles que retém o perdão. Suas torturas aplicadas são as mais diversas: angústia e depressão, enfermidades, debilidade física, etc.
Muita gente tem sofrido com a falta de perdão. Outro dia ouvi alguém dizendo que o ressentimento é o mesmo que você tomar diariamente um pouco de veneno, esperando que quem te magoou venha a morrer. A falta de perdão produz dano maior em quem está ferido do que naquele que feriu. Por isso sempre digo a quem precisa perdoar: - “Já não basta o primeiro sofrimento, porque acrescentar um outro maior (a mágoa)”?
Alguns acham que o perdão é um benefício para o ofensor. Porém, eu digo que o benefício maior não é o que foi dado ao ofensor, mas sim o que o perdão produz na vítima, naquele que está ferido. Sem perdão não há cura. A doença interior só se complica, e a saúde espiritual, emocional e física da pessoa ressentida é seriamente afetada. Em outra porção das Escrituras (onde o contexto dos versículos anteriores é o perdão), vemos o Senhor Jesus nos advertindo do mesmo perigo:
“Entra em acordo sem demora com teu adversário, enquanto estás com ele a caminho, para que o adversário não te entregue ao juiz, o juiz ao oficial de justiça, e sejas recolhido à prisão.
Em verdade te digo que não sairás dali, enquanto não pagares o último centavo”. - Mateus 5:25,26
Não sei exatamente como é está prisão, mas sei que Cristo não estava brincando quando falou dela. A falta de perdão me prende e pode prender a vida de mais alguém. Isto é um fato comprovado. Tenho presenciado gente que esteve presa por tantos anos, e ao decidir perdoar foi imediatamente livre. Isto também pode acontecer com você, basta decidir perdoar.
SEGUINDO O EXEMPLO DIVINO
Como deve ser o perdão?
A pessoa tem que pedir o perdão ou merecê-lo para poder ser perdoada? Não. Devemos perdoar como Deus nos perdoou:
“Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou”. - Efésios 4:32
O texto bíblico diz que nosso perdão e reconciliação horizontal deve seguir o exemplo da que Deus em Jesus praticou para conosco. Então, basta perguntar: - “Fizemos por merecer o perdão de Deus? Não. Então nosso ofensor também não precisa fazer por merecer”.
O perdão é um ato de misericórdia, de compaixão. Nada tem a ver com merecimento. O apóstolo Paulo falou aos efésios que o perdão é fruto de um coração compassivo e benigno. O perdão flui da benignidade do nosso coração, e não por haver ou não benignidade no ofensor.
Jesus disse que se eu souber que alguém tem algo contra mim, devo procurá-lo para tentar a reconciliação. Mesmo se tal pessoa não me procurar ou nem mesmo quiser falar comigo, tenho que ter a iniciativa, tenho que tentar.
Deus ofereceu perdão gratuito a todos, independentemente de qualquer comportamento, e Ele é nosso exemplo!
terça-feira, 26 de maio de 2009
ENTENDENDO O PERDÃO - 1ª PARTE
extraído do site www.orvalho.com
“Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma cousa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta”. - Mateus 5:23,24
A reconciliação não é algo a ser praticado somente entre nós e Deus, mas também para com nossos irmãos. Reconhecemos, que, à semelhança da cruz, também temos duas linhas do fluir da reconciliação: a vertical (o homem com Deus) e a horizontal (entre os homens). O mesmo perdão que recebemos de Deus deve ser praticado para com nossos semelhantes.
QUEM NÃO PERDOA NÃO É PERDOADO
O perdão (ou a falta dele) faz muita diferença na vida de alguém. A reconciliação horizontal determina se a vertical que recebemos de Deus vai permanecer em nossa vida ou não. A palavra de Deus é clara quanto ao fato de que se não perdoarmos a quem nos ofende, então Deus também não nos perdoará. Foi Jesus Cristo quem afirmou isto no ensino da oração do Pai-nosso:
“Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas”. - Mateus 6:14,15
Deus tem nos dado seu perdão gratuitamente, sem que o merecêssemos, e espera que usemos do mesmo espírito misericordioso para com quem nos ofende. Se fluímos com o Pai Celestial no mesmo espírito perdoador, permanecemos na reconciliação alcançada pelo Senhor Jesus. Contudo, se nos negamos a perdoar, interrompemos o fluxo da graça de Deus em nossa vida, e nossa reconciliação vertical é comprometida pela ausência da horizontal. Cristo também nos advertiu com clareza sobre isto em uma de suas parábolas (faladas num contexto que envolvia o perdão):
“Por isso o reino dos céus é semelhante a um rei, que resolveu ajustar contas com os seus servos.
E passando a fazê-lo, trouxeram-lhe um que devia dez mil talentos.
Não tendo ele, porém, com que pagar, ordenou o seu senhor que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possuía, e que a dívida fosse paga.
Então o servo, prostrando-se reverente, rogou: Sê paciente comigo e tudo te pagarei.
E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora, e perdoou-lhe a dívida.
Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, o sufocava, dizendo: paga-me o que me deves.
Então o seu conservo, caindo-lhe aos pés, lhe implorava: Sê paciente comigo e te pagarei.
Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida.
Vendo os seus companheiros o que havia se passado, entristeceram-se muito, e foram relatar ao seu senhor tudo o que acontecera.
Então seu senhor, chamando-o, lhe disse: Servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda porque me suplicaste; não devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo, como também eu me compadeci de ti?
E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse toda a dívida.
Assim também o meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão”. - Mateus 18:23-35
O significado desta ilustração dada por Jesus Cristo é muito forte. Temos um rei e dois tipos de devedores. Se a parábola ilustra o reino de Deus, então o rei figura o próprio Deus. O primeiro devedor tinha uma dívida impagável, enquanto que a do segundo estava ao seu alcance. Não há como comparar a dívida de cada um. Dez mil talentos da dívida do primeiro servo era o equivalente a cerca de 200.000 dias de trabalho, enquanto que os cem denários que o outro servo devia era o equivalente a apenas cem dias de trabalho. Esta diferença revela a dimensão da dívida que cada um de nós tinha para com Deus, e que, por ser impagável, estávamos destinados à prisão e escravidão eterna. Contudo, sem que fizéssemos por merecer, Deus em sua bondade, nos perdoou. Portanto, Ele espera que façamos o mesmo. O cristão que foi perdoado de seus pecados e recusa-se a perdoar um irmão – seu conservo no evangelho – terá seu perdão revogado.
Isto é muito sério. As ofensas das pessoas contra a gente não são nada perto das nossas ofensas que o Pai Celestial deixou de levar em conta. E a premissa bíblica é de que se pudemos ser perdoados por Ele, então também devemos perdoar a qualquer um que nos ofenda.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
O POTE RACHADO - REFLEXÃO
Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessado em seu pescoço.
Um dos potes tinha uma rachadura. Enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe, o outro chegava apenas com a metade da água.
Foi assim por dois anos, diariamente: o carregador entregando um pote e meio de água na casa do chefe.
Claro que o pote estava orgulhoso de suas realizações.
Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas metade do que ele havia designado a fazer.
Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem, um dia a beira do poço:
Estou envergonhado e quero pedir-lhe desculpas.
Por que?
perguntou o homem
- De que você esta envergonhado?
Nestes dois anos eu fui capaz de entregar apenas a metade de minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor.
Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho e não ganha o salário completo dos seus esforços. Disse o pote.
O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão, falou: quando retornarmos para a casa do meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho.
De fato, a medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou as flores selvagens ao longo do caminho, e isto lhe deu certo ânimo.
Mas ao final da estrada, o pote rachado ainda se sentia mal porque tinha a metade e de novo, pediu desculpas ao homem por sua falha. Disse, então, o homem ao pote:
Você notou que pelo caminho só havia flores do seu lado?
eu, ao conhecer o seu defeito, tirei vantagem dele e lancei sementes de flores no seu caminho. E cada dia, enquanto voltavamos do poço, você as regava.
Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu senhor. Sem você ser do jeito que é, ele não poderia ter esta beleza para dar graça a sua casa.
"Cada um de nós temos os nossos "defeitos", todos nós somos potes rachados". Porém se permitirmos, podemos usar estes nossos defeitos para embelezar as nossas vidas.
Nunca devemos ter medo dos nossos defeitos.
Se os reconhecermos, eles poderão causar beleza.
Das nossas fraquezas podemos tirar forças.
Lembre-se sempre:
NUNCA TE JULGUES INÚTIL, DEUS TE FEZ SEM CÓPIA..
sábado, 16 de maio de 2009
SALMO 46
Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações.
Portanto, não temeremos ainda que a terra se transtorne e os montes se abalem no seio dos mares; ainda que as águas tumultuem e espumejem e na sua fúria os montes se estremeçam.
Há um rio, cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo.
Deus está no meio dela; jamais será abalada; Deus a ajudará desde antemanhã.
Bramam nações, reinos se abalam; ele faz ouvir a sua voz, e a terra se dissolve.
O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio.
Vinde, contemplai as obras do Senhor, que assolações efetuou na terra.
Ele põe termo a guerra até aos confins do mundo, quebra o arco e despedaça a lança; queima os carros no fogo.
Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra.
O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
FATO REAL....
O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria, ele percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se realmente desejasse comer alguma coisa, mas, ele não dispunha de tanto tempo. Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos,esperando que alguma solução caísse do céu. Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou se ele aceitaria entrar na fila na sua frente. Mais do que agradecido, aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião. Menos de dois minutos após ter saído,ele ouviu um estrondo aterrorizador. Assustado, perguntou o que acontecera a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer. O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro's.
Ele ficou branco. Por apenas dois minutos escapara do atentado. Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila. Certamente ele ainda estaria na pizzaria. Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto.
Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele homem necessitava de ajuda. Mas encontrou uma situação caótica no local. A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de pregos para aumentar seu poder de destruição. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, sendo seis crianças. Cerca de outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em condições críticas. As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela caçada. Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma. Entre feridos e mortos estendidos pelo chão,vítimas ensangëntadas eram socorridas por policiais e voluntários. Uma mulher com um bebê coberto de sangue implorava por ajuda. Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército. Ele procurou seu "salvador" entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo. Ele decidiu que tentaria de todas as formas saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida. Pois, se estava vivo era por causa dele. Queria saber se ele estava vivo ou se precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida. O senso de gratidão fez com que esquecesse da importante reunião que o aguardava. Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado. Finalmente encontrou o israelense num leito de um dos hospitais. Ele estava ferido, mas não corria risco de morte.Então conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando seu pai, e contou tudo o que acontecera. Disse que faria tudo que fosse preciso por ele. Que estava extremamente grato àquele homem e que lhe devia sua vida. Depois de alguns momentos, se despediu do rapaz e deixou seu cartão com ele. Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunicá-lo.
Quase um mês depois, recebeu um telelfonema em seu escritório em Nova Iorque daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma emergência. Segundo especialistas, o melhor hospital para fazer aquela delicada cirurgia ficava em Boston, Massachussets. Ele não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias. Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova Iorque. Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão. Outra pessoa poderia ter dito. "Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha: apenas me ofereceu um lugar na fila..." Ele se sentia profundamente grato mesmo um mês após o atentado. E ele sabia como retribuir um favor. Naquela manhã de terça-feira não foi trabalhar, foi pessoalmente acompanhar seu amigo. Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001 ele não estava no seu escritório no 101º andar do World Trade Center Twin Towers.
Relatado em palestra do Rabino Issocher Frand
(Relatado em palestra do Rabino Issocher Frand)
quarta-feira, 13 de maio de 2009
SUICÍDIO...você também acha que é a única solução???
sábado, 2 de maio de 2009
Dez coisas que levei anos para aprender...
1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.
2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.
6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.
7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".
8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... que o AMOR existe, que vale a pena se doar às amizades, a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena!
Luís Fernando Veríssimo